segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

epitáfio do tempo...


Mesmo que me ofereça o poder de voltar no tempo, não dormirei o dia de ontem, jamais... Se anteontem não soubesse o motivo que me tornaria insone ontem, mesmo assim pararia o tempo ao final do ontem... mas eu já me sei... Precisaria viver esse ontem... pois coração só bate, olhos só enxergam e mãos só escrevem agora porque o ontem me deu vida hoje... Tento agora explicar a mim mesmo essa pluralidade de paradoxos. Alegarei por hipótese o mais difícil dos quais me foi imposto. Se por ventura conseguir sobreviver à essa, buscarei em novas a solução para a totalidade das coisas.

Primeira Hipótese Única: Do Paradoxo Helicoidal da Onisciência, da Onipotência e da Onipresença Aliado ao Desespero da Ignorância aos 5 Poderes...

“A onisciência do anteontem catalisou a onipotência do ontem e culminou na onipresença do hoje”...

Porque agora eu flutuo...posso ir aonde quero. Porque agora eu já sou anteontem. O Poder do Tempo empalidece minha respiração e delata-me o Poder Cíclico. Estou preso no meu tempo.

E se agora me faço anteontem, acabo por saber o por quê do amanhã ser só insônia do ontem... E se agora me faço ontem, tenho o poder de dizer o que desejo e isso me acalma... Mas, apesar de Onipotente, não consigo parar o ontem, porque hoje flutuo... Talvez seja isso! A espiral sempre empurrando o tempo pra longe e eu insistindo em voltar nalgum lugar... A certeza que tenho é que morro em mim, pouco a pouco, a cada dia... E isso é muito bom porque me satisfaz. A respiração, antes ofegante e quase ausente, cambaleante nos pensamentos que insistiam em permanecer, agora é embalada pelas águas calmas e frias da imensidão diante de meus olhos.

No cais da vida, tenho ancorado meu futuro. Sou a vela e o vento é meu livre-arbítrio...

Vincere Cor Proprium Plus Est Quem Vincere Mundum...
(Quem Se Vence, Vence O Mundo...)

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Anjos e Demônios...


Segunda-feira passada, último dia de trabalho antes da semana de férias aqui em Arnsbourg, também foi dia de despedida de Rebecca. Com apenas 17 anos, essa menina já tem experiência de sobra como garçonete, ao ponto de se dar ao luxo de deixar o Restaurant l'Arnsbourg em busca de novos desafios...

E não podíamos deixar a data passar em branco!!! Resolvemos fazer uma festa de despedida pra "pupila" da turma. As imagens à seguir descrevem (quase) tudo que aconteceu na festa!!! hehehe... Divirtam-se...

Comprei um Red Label por 11 Euros, quatro meses atrás, e esperava por uma oportunidade como essa para, digamos, "brincar" um pouquinho e sair da realidade... Quando cheguei na casa do pessoal, o "arsenal" já dava mostras de que a noite ia ser longa!!!


Início de festa é igual em qualquer lugar do mundo e com quaisquer pessoas... O pessoal fica um pouco inibido, sem fazer muitos gestos ou movimentos que atraiam a atenção para você. Fotos em grupo são tiradas e mostram a iminência de almas puras que cairão no pecado do àlcool sem nenhum pudor. Nem "Jesus" consegue salvar esse momento!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkk...



Kasuma, Erwin, Eu, Sarreguemines, Endo, Noemi, Mariana, Löic e Rebecca.

É por isso que adoro fotografia. Ela congela um instante que pode passar desapercebido na continuidade do tempo. Ela é a droga que usamos pra saciar o vício e matar a saudade do que foi esquecido.

À medida que o tempo passa, desenvolturas se proliferam absurdamente.


Armand, Endo, Mariana, Kasuma, Eu, Geremy e Lucas.

À medida que o tempo passa...


Erwin(atrás da Mariana), Eu e Endo. Mariana, Lucas e Kasuma. Geremy e Armand.

Mas é isso. Divertimo-nos bastante, bebemos bastante e curtimos muito os últimos momentos ao lado de Rebecca. Ela, com certeza, fará falta nesse inverno...

Anjo ou demônio? Segredo...


E antes que pensem o óbvio, foi apenas um "bisou" de despedida... Mesmo porque Rebecca com 17 e eu prestes a fazer 34 (oops, é o dobro!!!). Tenho idade pra ser pai dela!!!

E eu também tenho que manter firme minha abstinência aqui na França... 194 dias sem...

Eu, anjo? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...


Bonne Chance, Rebecca!!!

RECEITAS 04

031 – MERINGUE POUR ANANAS

300g blanc d’oeufs
500g sucre semoule

Cuire le sucre et un peu d’eau à 121C
Faire un meringue avec le blanc + sucre


032 – MOELLEUSE AU CHOCOLAT

250g chocolat couverture 70%
175g beurre
125g sucre glace
75g farine
5 oeufs

Faire fondre le chocolat et le beurre
Fouetter oeufs + sucre glace
Ajouter la farine délicatement puis le mélange chocolat + beurre
Cuire à 200C pour 8 min dans des moules de 7cm de diamètre


033 – MOUSSE CHOCOLAT BLANC

600g chocolat blanc
300g crème
600g crème fouettée

Faire fondre le chocolat et la crème (attention à la temperature du chocolat)
Ajouter la crème fouettée


034 – MOUSSE CHOCOLAT NOIRE PH

810g sucre
240g eau
525g d’oeuf entier
630g jaune d’oeufs
1,8Kg chocolat 70% fondu
2,64kg crème fouettée

Sirop de sucre + eau 118C
Sabayon sur chocolat puis crème fouettée


035 – MOUSSE MASCARPONE ET ROSE

1L crème
200g sucre semoule
500g mascarpone
16g gélatine
300g liqueur de rose

Monter la crème et le sucre
Faire fonder la gélatine dans 1/3 de liqueur
Faire le mélange


036 – MOUSSE PARMESAN (à faire x2 pour plaque 40-60cm)

1,5L crème
375g parmesan
12 feuilles gélatine (24g)
PM sel

Mettre au thermomix vitesse 5, 80C pour 2min30sec
Ajouter la gélatine et encore vitesse 5, 80C pour 2min30sec
Refroidir et fouetter au batteur


037 – MOUSSE PASSION

1Kg pulpe passion
1Kg crème
850g sucre semoule
20 jaunes d’oeufs
28g gélatine feuilles

Confectioner une crème anglaise
Faire fonder la gélatine et mettre en siphon


038 – MOUSSE PASTIS

2L crème
1L lait
500g pastis
14g gélatine

Chauffer ¼L pastis
Fair fondre la gélatine
Mélanger tout ensemble
Syphon
Utilisation direct


039 – MOUSSE PICON

1L picon
50cL crème
12 feuilles (24g) gélatine

Tremper gélatine puis faire fonder dans ¼L picon tiède
Mélanger le tout
Mettre en syphon et laisser reposer un jour


040 – PARFAIT GLACÉ CORAMBAR(CARAMBAR)

380g corambar
150g crème tiède
220g blanc d’oeufs
200g sucre semoule
425g crème fouettée

Fondre au micro-ondes
Ajouter la crème fouettée puis les blancs monté avec le sucre

sábado, 20 de outubro de 2007

Lucas, o Grande.


Hoje darei continuidade ao tema “Personagens que habitam meu cotidiano momentâneo”. Na verdade o tema não existe e o nome foi criado nesse exato momento. Mas isso é irrelevante. O que realmente importam são as pessoas, eu e vocês...

Pois bem, mais um para a galeria do restaurante l’Arnsbourg. Lucas tem 17 anos, é austríaco e estagiará por um ano aqui. No quesito idioma, ficamos na mesma pois até onde sei na Áustria se fala alemão. E, a língua alemã, já estou cansado de ouvir diariamente. Falar, só Danke(obrigado) e Guten Tag(bom dia). Seus aproximadamente 1,80m estão espalhados por uma infinidade de centímetros quadrados. Sua grandiosidade é maior no trato com as pessoas. Uma criança ainda e, como todas elas, com um coração bom. Sempre sorridente, mesmo quando trabalha em seu ritmo slowmotioniano. Talvez por ser novo, talvez por ter chegado agora... não sei. Só tenho duas certezas sobre ele: após um ano de estágio em Arnsbourg ele se tornará mais ágil e cumprirá sua meta em aprender mais sobre o mundo gastronômico.

Seu pai é Markus Mraz, Chef de Cuisine e proprietário do Restaurante Mraz & Sohn, em Viena, na Áustria. Para saber mais sobre o restaurante:


A outra certeza é que após esse mesmo ano, ele continuará esbanjando sua robustez , pois dá gosto em ver o jovem rapaz sentar-se à mesa para se alimentar e sumir por detrás do prato... Ave, Lucas, o Grande...

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Wine & Fooding Party

Segunda-feira, 15 de Outubro de 2007

“...acordei por volta de 11 da manhã. Não fosse o desvio padrão de 15 minutos pra mais ou pra menos, diria que acordo pontualmente no momento em que minhas costas começam a doer, fruto de um colchão de molas que só os franceses conseguem usar”.

Toda segunda-feira é igual. Levanto-me, desço e tomo uma ducha. Subo e dou uma enrolada até 11:30h que é o momento de almoçar. Depois do almoço retorno ao meu quarto e invento situações, afazeres, pesquisas, leituras, qualquer coisa para ocupar minha mente, durante todo o dia. Isso porque o restaurante ainda está funcionando na segunda, o que limita consideravelmente meu trânsito no mesmo. É claro que não serei exageradamente louco para afirmar que vivo segundo a Teoria da Caverna de Platão. Mas posso muito bem dar um upgrade nessa teoria e dizer que habito uma caverna um pouco mais confortável, viável e tecnologicamente dizendo (na verdade, infinitamente mais, tudo). O restaurante fica no meio da floresta dos Vosges, eu não tenho carro, as duas cidadezinhas mais próximas ficam a 5 e 6km e, nos fins de semana, todos vão para suas casas, ficando aqui só eu, Mariana, Lucas, o estagiário austríaco e Kasuma, o estagiário japonês. É a velha rotina assombrando-me novamente, a cada dia, a cada segundo(a)...

Porém, essa segunda foi diferente. Como de hábito, a dor nas costas me despertou. De imediato disse bom dia pra ela e continuei deitado por mais ou menos uns dez minutos. O frio exterior cortava a fresta da janela e decrescia ainda mais a temperatura dentro do meu quarto (meu aquecedor insiste em não querer funcionar). Pensei comigo mesmo: “Ô ventim baum; pode vim qui tô dibaixo das cuberta!!!)... Desci para o banho e contribui para um aumento da conta de luz do Chef Klein em, pelo menos, uns 0,5%. Foram 20 minutos bem relaxados debaixo de 38 graus precisamente colocados. Já devidamente vestido e de barba feita, desci para almoçar: um Trançado de Peixes (filezinhos de salmão e peixe branco), Creme Azedo e Arroz Negro Selvagem, devidamente temperados. O repasto habitual de segunda transformara-se num ritual, verdadeiramente como devem ser todas as nossas refeições. Já no quarto, releguei a habitual internet e resolvi fazer a sesta...

Já são 15:30h e dou a última checada nos pertences que coloco na mochila. Uniforme, sapatos novos de cozinha que comprei (preciso impressionar o Chef), câmara fotográfica, ok...

Saio da cozinha e vejo Geremy, Pascal e Louis literalmente entupindo o carro do Chef Klein. Na mesma hora pensei na volta. Quando chegarmos, por volta da meia-noite, todo o pessoal da cozinha já partiu e apenas existirá em Arnsbourg eu e Geremy para descarregar tudo aquilo que, magicamente, foi acoplado dentro de uma Mercedes-Benz, classe M. Apesar de não estar ganhando nada para fazer a propaganda, coloco abaixo o link da dita-cuja, para os amantes de automóveis e para entenderem o meu desespero:

http://www.mercedes-benz.com.br/hotsite/classem/default.asp

Mas o dia é perfeito e nada me abala nesse instante. Termino de descer as escadas e participo do processo de colocar uma cozinha inteira dentro de um veículo.

A viagem até Strasbourg foi muito agradável (75km em 30 minutos só em lugares que possuem estradas asfaltadas de verdade!!! Ô, meu Brasil, são nessas horas que eu não sinto falta de você...). Apenas um comentário, en passant, sobre a ida: Num semáforo qualquer, em Hagueneau (uns 30km de Arnsbourg), quase promovemos um repas no meio do asfalto. Chef Klein, devaneando seu olhar pela paisagem do entorno, esqueceu-se de parar o carro no sinal. Faltando uns 20 metros para a inevitável colisão com o primeiro veículo parado, ele percebeu o devaneio e freou, tranquilamente, como se estivesse fazendo a montagem de um prato para ser servido ao Presidente da França... Numa sutileza que só os freios da Mercedes nova poderiam nos confortar... Foram 19 metros de frenagem suave, em contraponto a toda carga que veio de trás para cima de todos nós (eu estava no banco de trás e tomei um ligeiro encontrão de uma das estufas). Imediatamente, Chef klein muda de rádio, tirando qualquer coisa que tocava e que o deixara no estado citado, para passarmos a ouvir (e que martírio foi, viu!!!) um talk-show vespertino de sucesso entre os franceses, fazendo piadinhas e comentando sobre a Copa do Mundo de Rugby que acontece, atualmente, na França. Nunca amei tanto uma estrada francesa em ótimas condições e um estilo de dirigir docemente agressivo do Chef, pois chegamos rápido em Strasbourg e fiquei livre daquela estação de rádio.

Voilá!!!!!! Strasbourg... Civilização... Tráfego... Pessoas diferentes!!!!!!! Acho que preciso rever meu conceito sobre minha caverna...



Chegamos ao L'IMPRO TNS - LE CAFÉ DU TNS. TNS é o Théâtre National de Strasbourg, um dos três locais que abrigariam o evento do dia : Wine & Fooding Party – AOC Corbières*.

Para saber mais sobre o evento Wine & Fooding Party...

http://lefooding.com/evenements/2007/wine-and-fooding-party-strasourg.htm

*AOC Corbières – Vinho com Apelação de Origem Controlada, proveniente da região de Corbières (Sul da França).

Para saber mais sobre AOC :

http://guiadasemana.uol.com.br/noticias.asp?ID=2&cd_news=2335

http://www.ambafrance.org.br/abr/imagesdelafrance/vinhos.htm

Para saber sobre os AOC – Corbières :

http://www.aoc-corbieres.com/

O evento começaria no TNS, às 19h, onde apresentariamos aos convidados os dois pratos do Chef Klein : Terrine de Foie Gras et Absinthe et Chutney aux Figues ; Cappuccino de Pommes de Terre et Munster. Depois os convidados iriam para os dois locais seguintes, degustar pratos dos Chef’s Christine Ferber e Eric Girardin.

Para saber mais sobre Christine Ferber...

http://www.google.com/search?hl=pt-BR&q=Christine+Ferber&lr=

http://francoissimon.typepad.fr/simonsays/2007/10/christine-ferbe.html

Para saber mais sobre Eric Girardin, proprietário do Restaurante La Casserole, em Strasbourg...

http://carottescuites.canalblog.com/archives/2007/04/20/4485375.html



Geremy, Chef Klein e Eu... Les Trois Mosquetières



400 convidados significam 400 terrines e 400 cappuccinos. Chef Klein encarregou-se de servir os cappuccinos (era só usar as 10 garrafas-bomba de ar comprimido 400 vezes e pronto!!! Mesmo para um Chef, isso não é nada!!!) enquanto que Geremy servia as terrines, ao mesmo tempo em que preparava as toasts que acompanhavam as terrines (era só falar Bonsoir Madame, bonsoir monsieur, esticar o braço, entregar o prato e virar e colocar torradinhas no forno pra esquentar; tranquilo!!!). Portanto, quem ficou na cozinha, montando 400 pratos de terrines? Bien Sûre!!! Moi-même...


Pela foto vocês percebem que são várias etapas para ficar pronto o prato. Primeiro coloca-se a terrine no centro, depois o chutney de figos do lado inferior direito. Após isso coloca-se o enfeite sobre a terrine (oops, esqueci o nome da erva). Terminado tudo isso, leva-se a montagem pro freezer para refrigerar todos os três. Depois retira-se do freezer, acrescenta o Yaourt Crispy (umas pedrinhas brancas de iogurte). Detalhe, só cabiam 64 pratos no freezer. Portanto, agora tínhamos um problema sério para resolver. E faltava apenas uma hora pro evento começar. A saída foi deixar refrigerando os primeiros 64 pratos e já começar a montar o que coubesse sobre as duas bancadas disponíveis na micro-nano-cozinha do café. Consegui montar 138 pratos até as 7 da noite.

Parei para descansar um minuto e fui surpreendido pelo Chef Klein, que adentrou à minha cozinha sem pedir licença ou mesmo bater à porta!!! “Chef Lutcho, une bière pour vous...” Hahahahahahaha... depois disso, como falamos na gíria futebolística: entrei com bola e tudo e corri pro abraço!!!



Das 19 às 21h, 400 terrines bem montadas foram consumidas num piscar de olhos, assim como as fiz...

Ao todo, 3 long-necks de Leffe (cerveja belga com 6,5% álcool) e 4 taças de Pêcheur (cerveja alsaciana) contribuiram para minha desenvoltura e eficácia no trabalho. Geremy também foi agraciado com algumas cervejas. Depois é que fomos descobrir o motivo de tanta benevolência do Chef Klein. Ele também adora degustar uma loira e a fez com bastante veemência após o evento. Nada mais que 3 taças em 10 minutos no tempo em que eu e Geremy gastamos para desmontar tudo e colocar no carro.



Num último instante, eu e Geremy, satisfeitos pelo trabalho bem cumprido; e um pouco cansados também. Mas se a estória terminasse por aqui, tudo bem...



Eis que Chef Klein resolve dar uma passadinha em um dos dois outros pontos do evento, onde era a Chef Christine Ferber quem estava oferecendo os pratos para degustação. Aí, meu caro leitor, eu e Geremy nos tornamos os dois maiores enófilos do mundo. Apesar de haver apenas dois vinhos tintos harmonizando com os pratos da Chef Christine, provamos umas 5 vezes cada um deles, no mínimo...

A volta pra casa foi mais rápida ainda, devido ao estado de alegria do passageiro que vos relata. O grau alcóolico desapareceu quando chegamos ao restaurante e eu lembrei da cozinha inteira que teria que descarregar do carro...

Fui dormir à 1 da manhã, cansado, mas satisfeito. A rotina havia me dado folga. Mas espero que ela continue para que dias como esse voltem a acontecer...